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Marco Vieira, Herculano Alfaias Agrícolas

November 16, 2017

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Equipa vencedora das 24H AGRICULTURA SYNGENTA visitou Centro de Investigação da Syngenta em Londres

December 20, 2016


 
A equipa vencedora das 24H AGRICULTURA SYNGENTA 2016 visitou, a 30 de Novembro, o Centro de Investigação Jealott’s Hill, nos arredores de Londres, onde trabalham 800 investigadores da Syngenta na descoberta e desenvolvimento de produtos inovadores para proteção das culturas e sementes de cereais.
 
O Jealott’s Hill é um centro de excelência dotado das últimas tecnologias em laboratório e estufa, recorrendo a equipas multidisciplinares nas áreas da Química, Biologia e Biotecnologia, auxiliadas por robots potentes e muito precisos no teste de novas moléculas e formulações.
 
Os estudantes do Instituto Superior de Agronomia, vencedores da competição 24H Agricultura Syngenta de 2016, ficaram a conhecer as diversas fases do processo de criação de um novo produto fitofarmacêutico, bem como a tecnologia de obtenção de novas variedades de trigo, com a tecnologia duplo-haploide, que permite obter plantas homogéneas numa única geração, reduzindo o custo e o tempo de pesquisa.
 

Os vencedores das 24H Agricultura Sangrenta - António Lourenço, Ricardo Soares Santos, Bernardo Saianda, Guilherme Moura Neves e Francisco Medeiro - apreciaram a visita a Jealott’s Hill, como se depreende por alguns comentários registados no final da visita:
 
«Foi uma dia de formação estrondosa, percebi como as diversas áreas de pesquisa se interligam até ao desenvolvimento de um novo produto, e compreendi todo o esforço envolvido, que explica porque demora 10 anos a ser lançado no mercado».
 
«A dimensão, a quantidade de pessoas envolvidas na criação dos produtos, toda a importância que dão à I&D, até ao pormenor das formulações, não tinha noção do investimento envolvido».
 
«É impressionante a especialização de cada equipa de investigadores, a compartimentação do trabalho, por um lado, mas por outro, todos comunicam entre si para um objetivo comum. É uma verdadeira cadeia de produção de ciência».
 
O presidente da APH, Domingos Almeida, que no início da sua carreira teve oportunidade de realizar um estágio profissional no Centro de Investigação Jealott’s Hill, considera que «os futuros profissionais puderam antever o pipeline da inovação e a forma como as ferramentas disponíveis daqui a 10 anos resultam de estratégias implementadas agora por empresas como a Syngenta. O futuro não é deixado ao acaso e já está a ser construído. É em centros como este que se obtém uma visão a 360º do que é a gestão organizacional do conhecimento para suportar a inovação».

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